Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
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Mundo

Mais de 400 escolas amanhecem fechadas na França após atos estudantis violentos

Onda de manifestações devido à precariedade das aulas cruzou com uma greve da educação e levou ao bloqueio maciço das instituições.

Emmanuel Macron
Foto: Julien Nizet / Belgian Presidency of the Council of the EU / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Centenas de instituições de ensino na França permanecem fechadas na manhã desta sexta-feira (2) em meio a um forte clima de tensão nacional no setor de educação. De acordo com o governo do presidente Emmanuel Macron, mais de 400 escolas foram forçadas a não abrir as portas devido à agitação recente.

A paralisação é resultado do cruzamento de pautas do setor de servidores, que marcou uma greve de 24 horas afetando os quadros letivos franceses, em paralelo a uma revolta violenta protagonizada pelos próprios alunos nas ruas. Os estudantes cobram, entre outros temas, reduções nas extensas jornadas e o fim do que chamam de falhas estruturais, a exemplo da escassez de docentes efetivos e o calor extremo no verão.

Embora Macron tenha classificado as angústias do movimento estudantil como "legítimas", os rumos do protesto causaram preocupação com focos de depredação urbana. Em retaliação aos prejuízos decorrentes do fechamento dos colégios e danos pontuais às propriedades, autoridades acusaram formalmente membros do partido opositor de esquerda França Insubmissa de alimentarem intencionalmente as práticas violentas na sociedade francesa.

Com informações de Público (Portugal), Observador (Portugal) e UOL.

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