Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Urgente Moraes determina prisão de Eduardo Bolsonaro e cancela passaportes do ex-deputado
Brasil

Médica demitida após sugerir não dar alta a petistas divulga desculpas

Marcella Segato diz lamentar mensagens enviadas a colegas e afirma não ter prejudicado pacientes

A médica Marcella Segato de Sousa Melo divulgou nesta quinta-feira (8) uma nota de desculpas após ter orientado colegas de profissão a não dar alta hospitalar a pacientes que votassem no Partido dos Trabalhadores (PT).

O caso gerou forte repercussão por misturar o atendimento médico à população com preferências político-partidárias durante o período eleitoral, resultando no afastamento e na demissão da profissional.

A ginecologista atuava como prestadora de serviços terceirizada no Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câmara, em Goiânia (GO). Ela foi denunciada ao Ministério Público Federal (MPF) após o vazamento das mensagens no aplicativo WhatsApp, enviadas a um grupo de doze pessoas na antevéspera do primeiro turno.

Em seu pronunciamento público, a médica afirmou lamentar profundamente que as mensagens tenham destoado de seu compromisso profissional. Na carta, ela também incluiu um pedido formal de desculpas aos pacientes, aos familiares e aos antigos colegas de trabalho na unidade.

Apesar de confirmar a autoria das mensagens, Marcella alegou que a orientação descrita no texto nunca chegou a ser colocada em prática na enfermaria. Segundo a médica, nenhuma paciente teve alta atrasada por razões políticas e todas as avaliações seguiram estritamente critérios clínicos. Ela concluiu afirmando que o voto é secreto e deve ser respeitado sem qualquer retaliação.

Com informações de Google Notícias, Estado de Minas e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise