Sábado, 31 de outubro de 2026
Saúde

Médicos denunciam perseguição interna e ameaças de boicote a pacientes

Listas de profissionais circulam em aplicativos após eleição e Ministério da Saúde orienta uso do Disque 136 contra discriminação

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Médicos e profissionais da saúde relataram à imprensa episódios de perseguição ideológica promovidos por colegas de trabalho, além de propostas de tratamento diferenciado e boicote a pacientes em razão de preferências partidárias após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O caso evidencia os impactos da polarização política nas equipes médicas e levanta preocupações sanitárias e éticas sobre o dever legal de prestar assistência igualitária a qualquer cidadão.

No estado de Sergipe, um anestesiologista denunciou a publicação de uma lista com os nomes de 15 médicos rotulados como esquerdistas em um grupo de WhatsApp que reúne cerca de um terço da especialidade na região. O profissional afirmou ter se sentido exposto e ameaçado pela circulação do arquivo, que incluía símbolos e associações a causas sociais.

Após as denúncias de preconceito e discussões sobre a negativa de consultas a opositores, o Governo Federal reforçou que práticas discriminatórias violam o Código de Ética Médica e orientou os usuários a denunciarem irregularidades por meio do Disque 136, serviço telefônico gratuito da Ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS).

Com informações de BBC News Brasil e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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