Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Tecnologia

Meta bloqueou mais de 206 mil publicações nas eleições e MPF dá 48 horas para resposta

Procuradoria considera insuficientes as explicações da empresa e cobra medidas para evitar restrições indevidas no segundo turno

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O Ministério Público Federal (MPF) deu prazo de 48 horas para que a Meta informe que providências adotará para evitar bloqueios indevidos de contas e publicações durante o segundo turno das eleições, após a empresa admitir a restrição de 206.910 conteúdos no primeiro turno.

A decisão da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão do MPF, impacta diretamente os usuários do Instagram, Facebook e WhatsApp, que relataram suspensões de contas e alcance reduzido durante debates eleitorais sem justificativas transparentes.

A apuração começou após entidades da sociedade civil, como Sleeping Giants Brasil e Conectas Direitos Humanos, reunirem mais de 1.000 denúncias de remoções arbitrárias, incluindo postagens de jornalistas e movimentos sociais classificadas erroneamente em categorias gravíssimas, como terrorismo e exploração sexual infantil. A dona das redes alegou que as medidas automáticas visavam coibir violações de silêncio eleitoral e conteúdos gerados por inteligência artificial.

Além da resposta imediata até o fim de semana da votação, a empresa de tecnologia terá até 30 dias para entregar um relatório conclusivo com os critérios técnicos empregados nas moderações de conteúdo da plataforma.

Com informações de Metrópoles, CartaCapital e Poder360.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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