Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Economia

Taxas do Tesouro Direto recuam com IPCA-15 menor e expectativa para segundo turno

Papéis de longo prazo atrelados à inflação e prefixados registram alívio antes da votação de domingo

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As taxas de rentabilidade dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto abriram em queda nesta sexta-feira (23), no último dia útil de operações do mercado financeiro antes do segundo turno das eleições presidenciais.

O recuo nas taxas foi impulsionado pela divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) abaixo do esperado por analistas e pela cautela com a disputa eleitoral acirrada, retratada em empate numérico divulgado pelo Datafolha. Para o investidor de renda fixa, a queda nas taxas significa valorização do preço dos títulos que já estão na carteira, ao mesmo tempo em que reduz a rentabilidade prometida para novas aplicações.

Nos títulos atrelados à inflação, o Tesouro IPCA+ 2050 recuou para IPCA + 6,48% ao ano, ante 6,51% na véspera, acumulando uma retração semanal de 26 pontos-base (0,26 ponto percentual). O papel com vencimento em 2060 caiu para IPCA + 6,50%, enquanto a taxa do IPCA+ 2032 fechou em 6,76%. Entre os papéis prefixados, o Prefixado com Juros Semestrais 2037 diminuiu para 12,90% ao ano, registrando baixa de 8 pontos-base. As negociações devem reabrir na segunda-feira já sob reflexo do resultado das urnas no fim de semana.

Com informações de InfoMoney e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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