Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Economia

Bradesco lucra R$ 7,1 bi no 3º trimestre e vê pressão de calotes no mercado

Ganho líquido cresceu 14,6% em um ano, enquanto reservas para atrasos avançaram 24,3%

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O Bradesco atingiu lucro líquido recorrente de R$ 7,1 bilhões no terceiro trimestre de 2026, uma elevação de 14,6% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O resultado reflete o comportamento do mercado de crédito, no qual o encarecimento dos juros tem dificultado a quitação de dívidas por famílias e empresas. Para fazer frente a esse risco, a despesa do banco com provisões para devedores duvidosos subiu 24,3% em um ano, chegando a R$ 10,6 bilhões no balanço trimestral.

A carteira total de empréstimos e financiamentos do banco alcançou R$ 1,15 trilhão em setembro, registrando avanço anual de 11,1%. Já a taxa de inadimplência para pagamentos com atraso superior a 90 dias passou de 4,1% para 4,6% em doze meses. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (23), o presidente-executivo do Bradesco, Marcelo Noronha, ressaltou que indicadores do Banco Central mostram calotes médios de 6,6% no crédito livre no país, mas avaliou que a carteira da instituição segue sob maior controle que a concorrência.

O balanço encerra uma sequência de 11 trimestres consecutivos de crescimento nos lucros do banco. O mercado financeiro agora volta a atenção para a divulgação dos dados dos demais conglomerados bancários nas próximas semanas para dimensionar o impacto geral da inadimplência na economia.

Com informações de Terra, Veja e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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