Sábado, 24 de outubro de 2026
Economia

Farmacêuticas pedem rejeição de proposta da EMS para taxar canetas emagrecedoras

Empresas enviaram pareceres à Camex contra alta de imposto de 7,2% para 15% sobre concorrentes

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Ao menos nove entidades da indústria farmacêutica e cinco empresas enviaram manifestações ao governo federal para barrar o pedido da EMS de aumentar o Imposto de Importação sobre canetas emagrecedoras importadas prontas.

O resultado da disputa pode impactar diretamente o bolso dos consumidores brasileiros que utilizam medicamentos contra a obesidade e o diabetes, com risco de encarecimento e restrição de marcas concorrentes nas farmácias caso a alíquota suba.

Maior farmacêutica do país, a EMS pediu à Câmara de Comércio Exterior (Camex) a elevação da tarifa de 7,2% para 15%, um salto de 108%. A fabricante nacional começou a vender versões próprias de semaglutida após a expiração de patentes da dinamarquesa Novo Nordisk, dona do Ozempic, e sustenta que investiu mais de R$ 1 bilhão para desenvolver e produzir análogos de GLP-1 no Brasil.

Os concorrentes alegam, nos documentos encaminhados à Camex, que a taxação extra reduz a concorrência e não tem contrapartida comprovada de novos aportes industriais. O pleito depende agora de avaliação técnica e posterior deliberação do comitê executivo da Camex, que ainda não tem data para votar a medida.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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