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Cultura

Financiamento cultural público não exige fidelidade política, diz Margareth Menezes

Em balanço de gestão, ministra destaca geração de empregos pela Lei Rouanet e cita desafios no projeto do streaming

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Margareth Menezes
Margareth Menezes no Festival de Cannes em 2025 · Foto: Kacy Bao / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, declarou que o financiamento estatal para projetos artísticos não está condicionado a qualquer tipo de fidelidade política partidária por parte dos proponentes.

A manifestação integra um balanço de sua gestão à frente do Ministério da Cultura, cargo que ocupa desde janeiro de 2023 no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a ministra, a prioridade das políticas culturais foi restabelecer a descentralização de recursos federais e alcançar municípios fora dos grandes centros econômicos.

Entre os números destacados na avaliação, um estudo elaborado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) estimou que projetos viabilizados pela Lei Rouanet ajudaram a gerar ou manter cerca de 228 mil postos de trabalho no país ao longo de 2024. A ministra apontou ainda o fomento a iniciativas comunitárias e a manutenção de infraestruturas culturais como marcas do período.

Apesar dos avanços na destinação de verbas, a pasta enfrentou atritos com o setor audiovisual diante do impasse na tramitação legislativa do projeto de lei que propõe a tributação de plataformas de streaming de vídeo. O governo busca agora articular a continuidade das políticas de fomento para os próximos ciclos orçamentários.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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