Sábado, 31 de outubro de 2026
Brasil

Metrô de São Paulo encerra uso de bilhetes magnéticos após 52 anos

Passagens do padrão Edmonson deixam de passar nas catracas neste domingo; usuários têm até janeiro de 2027 para trocar unidades por QR Code

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A Companhia do Metropolitano de São Paulo encerra neste sábado (31) o uso dos bilhetes magnéticos do padrão Edmonson nas catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata da capital paulista.

A partir deste domingo (1º), os passageiros não poderão mais inserir os cartões de papel com tarja magnética para liberar o acesso aos trens, passando a utilizar exclusivamente bilhetes unitários digitais por QR Code, cartões recarregáveis ou pagamento por aproximação.

A medida põe fim a um ciclo de 52 anos iniciado em 1974, quando o sistema comercial de trens urbanos começou a operar em São Paulo. De acordo com o governo paulista, mais de 13,7 bilhões de bilhetes de 6,5 centímetros por 3 centímetros foram emitidos ao longo da história da rede, em cerca de 30 edições diferentes. O processo de modernização foi iniciado em 2019 com os primeiros testes da tecnologia de leitura óptica.

A administração do sistema calcula que cerca de 1 milhão de bilhetes magnéticos ainda estejam guardados com usuários. Quem tiver tíquetes do modelo G-01 Unitário válidos, sem amassados, picotes ou fitas danificadas, poderá trocá-los pelo novo formato com código digital entre 1º de novembro e 31 de janeiro de 2027, das 6h às 22h, exclusivamente nas bilheterias das estações Paraíso e Tatuapé.

Com informações de G1, Google Notícias e Revista Oeste.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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