Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Economia

MPT registra alta de denúncias de assédio eleitoral após listas de boicote a empresas

Mais de 1,1 mil queixas de perseguição no trabalho foram apresentadas em todo o país após o segundo turno

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 1.143 denúncias de assédio eleitoral em todo o território nacional após o encerramento do segundo turno presidencial, motivadas por listas de boicote e perseguições políticas.

O volume acumulado logo após a apuração das urnas corresponde a 38,1% de todas as 3 mil denúncias trabalhistas registradas ao longo de 2026. As queixas envolvem relatos de campanhas pela demissão de empregados por razões partidárias e tentativas de sufocamento financeiro contra pequenos comerciantes incluídos em cadastros de boicote distribuídos em redes sociais.

No município de Cianorte, no norte do Paraná, o empresário Magno Luiz, proprietário de um salão de beleza há duas décadas, teve sua empresa inserida em mensagens que pregavam o afastamento de consumidores na cidade, onde Flávio Bolsonaro (PL) venceu com 33.336 votos contra 13.249 de Lula. O estado paranaense computa 303 notificações, situando-se atrás de São Paulo, com 575 casos, e Minas Gerais, com 316.

O órgão ministerial abriu procedimentos para investigar a conduta de empregadores e organizadores das listas, que podem responder por danos morais coletivos e crimes eleitorais.

Com informações de Google Notícias e Estadão.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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