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Economia

Nike prevê queda de receita e planeja corte no quadro de funcionários

Fabricante de materiais esportivos amargou quedas contínuas em papéis de ação e tenta enxugar perdas na China e nos Estados Unidos.

Espaço comercial da marca esportiva Nike
Foto: Francesc Fort / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A fabricante de calçados e vestimentas Nike confirmou que o plano de operações de 2026 vai abrigar novos cortes de empregados enquanto a companhia luta com uma estagnação no mercado global. Em anúncio nesta quinta-feira (1º), os executivos preveem um corte de bilhões de dólares nas vendas em um período crítico entre os próprios Estados Unidos e as sucursais na China.

O momento da fabricante reflete a decisão de reestruturações avaliadas em US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 13 bilhões), que irão diminuir a força da marca dos quase 73 mil funcionários atuais. A mudança geográfica também será brusca: as divisões continentais cairão de quatro para três grupos, enquanto um enorme polo vai ser aberto na cidade de Bengaluru, Índia.

De acordo com nota disparada pelo próprio presidente-executivo, Elliott Hill, a companhia busca focar agressivamente no atleta ao cortar o processo com o excesso de prateleiras. "Para isso, a Nike precisará fazer mudanças e se tornar uma empresa mais ágil, cortando estruturas locais", afirmou.

Os investidores reagiram da pior forma após os planos da gestão de negócios. As ações da Nike despencaram no dia 6,6%, chegando a um marco de desvalorização visto somente em 2013 e afundando uma crise financeira que desmoronou em 50% todo o valor corporativo que a empresa tinha acumulado num único ano fiscal.

Com informações de UOL, Folha e Terra.

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