Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Política

Nunes Marques valida resultado, liga para Lula e Flávio e aponta falha em prorrogação

Presidente do TSE elogiou equipe técnica e afirmou que liminar do STF causou fila recorde de boletins sem alterar o pleito

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Ministro Kassio Nunes Marques na Presidência do TSE
Foto: Luiz Roberto/TSE / Wikimedia Commons (Public domain)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, confirmou na noite deste domingo (25) a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e declarou ter telefonado pessoalmente para o petista e para o senador Flávio Bolsonaro (PL) para comunicar o desfecho oficial do segundo turno.

A manifestação formal do chefe da Justiça Eleitoral assegura a estabilidade institucional do resultado das Eleições 2026, afastando questionamentos imediatos sobre a integridade da totalização dos votos. O ministro afirmou ter plena confiança e segurança nos mecanismos eleitorais, elogiando o corpo técnico do tribunal por contornar imprevistos ao longo da apuração.

Nunes Marques registrou que a decisão liminar — ordem provisória de cumprimento imediato — emitida pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogando a votação até as 19h, não alterou o resultado das urnas, mas provocou severos entraves logísticos. De acordo com o magistrado, o tribunal precisou bloquear temporariamente o recebimento de boletins de urna para adequar a rede interna, gerando a maior fila de transmissão de dados da história do órgão.

Ao traçar o balanço do pleito, o ministro destacou o alto volume processual das Eleições 2026, com 2.265 processos julgados pela corte eleitoral, dos quais 827 representações por eventuais irregularidades. Diante da intenção da oposição de apresentar recursos formais, Nunes Marques indicou que o plenário analisará eventuais contestações antes da homologação definitiva dos resultados.

Com mais de 99,9% das seções apuradas e Lula superando a marca de 64 milhões de votos, a Justiça Eleitoral inicia agora os preparativos protocolares para a diplomação formal dos candidatos eleitos, etapa obrigatória que antecede a cerimônia de posse marcada para o início de janeiro.

Com informações de G1, Terra, Poder360, Metrópoles, UOL, Estadão, InfoMoney e Money Times.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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