Parlamento da Espanha rejeita decretos e agrava crise de moradia
Governo não consegue aprovar pacote para reduzir aluguéis enquanto protestos ganham força nas ruas do país.
O Parlamento da Espanha rejeitou na última sexta-feira (2) um pacote de medidas emergenciais apresentado pelo governo para tentar conter a grave crise de moradia que afeta os moradores do país.
A derrota do projeto prejudica diretamente a adoção de medidas que protegeriam os inquilinos contra os preços abusivos dos aluguéis urbanos, que chegaram a dobrar de valor ao longo da última década.
A pauta legislativa era composta por dois decretos do primeiro-ministro Pedro Sánchez, mas a falta de apoio parlamentar à sua base aliada minoritária resultou no bloqueio dos textos. Do lado de fora da casa, em Madri, dezenas de pessoas pressionavam pela aprovação da assistência aos locatários.
A crise de habitação espanhola já motivou a organização de protestos simultâneos em mais de 50 cidades. A onda de indignação popular se ampliou consideravelmente no mês passado depois do despejo de uma mulher de 87 anos, transformando os aluguéis em um dos maiores obstáculos da atual administração.
Com informações de Al Jazeera, ABC News, Deutsche Welle e Euronews.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise
⏱ Linha do tempo Espanha
O que já foi publicado sobre este assunto antes desta notícia, do mais recente para o mais antigo.
- Você está aqui: esta notícia
- Protestos por habitação em Madrid geram mobilização real e vídeos falsos de IA
- Congresso espanhol rejeita novas regras de habitação propostas por Pedro Sánchez
- Clubes passam a custear congelamento de óvulos para jogadoras de futebol feminino
- Congresso da Espanha rejeita decretos de moradia de Sánchez
- Sánchez avalia antecipar eleições na Espanha após derrota de decretos