Quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Política

Patrimônio dos deputados eleitos por Minas Gerais varia de zero a R$ 356 milhões

Na Assembleia estadual, empresário Vittorio Medioli lidera a lista de mais ricos, enquanto outros cinco declararam não ter bens

Os deputados estaduais e federais eleitos por Minas Gerais nas eleições do último domingo (4) declararam fortunas bem discrepantes à Justiça Eleitoral. O espectro financeiro dos parlamentares varia de bens inexistentes até o valor máximo de R$ 356,8 milhões, que foi informado pelo deputado estadual eleito Vittorio Medioli (PL).

A declaração oficial de patrimônio é um mecanismo essencial que permite aos eleitores acompanhar a evolução de riqueza dos políticos no decorrer dos anos de mandato legislativo. A transparência nos balanços tenta dificultar esquemas de lavagem de dinheiro ou o uso irregular da máquina governamental em enriquecimento oculto.

Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Medioli lidera a lista de políticos com folga, seguido por Denerval Germano (PL), com R$ 23,8 milhões, e Juca Bahia (PRD), com R$ 23,5 milhões em bens. Em posição muito distinta, cinco eleitos pela população de Minas Gerais declararam não possuir absolutamente nada em seus nomes.

Já entre os deputados federais, que viajam a Brasília a partir de 2027 para defender o estado, Paulo Abi-Ackel (PSDB) possui a maior riqueza (R$ 20,09 milhões), muito próximo ao colega de plenário Fabinho Ramalho (PL), dono de R$ 20,02 milhões. A única deputada eleita do estado a não possuir bens de acordo com a corte federal foi Ana Elisa (PT).

Com informações de G1 e Metrópoles.

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