Sexta-feira, 09 de outubro de 2026
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Tecnologia

Pesquisadores demitidos da OpenAI acusam empresa de puni-los por priorizarem segurança

Ex-funcionários publicaram carta aberta negando vazamento de dados e alertaram para um efeito intimidatório sobre as equipes técnicas.

Logotipo da OpenAI
Pessoa segurando um celular com o ícone da OpenAI na tela · Foto: FoxTPNL / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Os pesquisadores de segurança Jasmine Wang, Tomek Korbak e Mikita Balesni, demitidos recentemente pela OpenAI, publicaram uma carta aberta contestando as alegações da empresa de que teriam manipulado informações confidenciais fora dos protocolos. Os ex-funcionários afirmam que as demissões ocorreram porque eles alertaram para os riscos da tecnologia que a companhia desenvolve.

O episódio aprofunda a crise de confiança nas empresas que criam inteligência artificial avançada. A denúncia sugere que a criadora do ChatGPT pode estar silenciando as equipes responsáveis por garantir que os sistemas sejam seguros, colocando o avanço tecnológico e comercial acima das proteções necessárias para a sociedade.

Na carta, os profissionais descrevem a comunicação pública da empresa sobre o desligamento deles como intimidatória. Segundo Balesni, o trio foi demitido por priorizar a segurança em vez dos interesses de curto prazo da OpenAI como corporação e negócio.

A OpenAI ainda não comentou as afirmações da carta aberta. O caso deve aumentar a pressão de reguladores e da comunidade tecnológica para que a empresa forneça mais transparência sobre como lida com as críticas internas e quais são seus verdadeiros protocolos de segurança algorítmica.

Com informações de TechCrunch, Engadget, BBC News e Hacker News.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise