Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Política

Planos de Lula e Flávio Bolsonaro para cultura divergem entre fomento e patrimônio

Petista propõe ampliar incentivos a produções, enquanto senador foca preservação histórica

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Sala de cinema
Sala de exibição de cinema em Brasília · Foto: Agência Brasília / Agência Brasil (CC BY)

Os planos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) apresentam diretrizes opostas para o setor cultural brasileiro na disputa pelas eleições presidenciais de 2026.

A definição das políticas públicas culturais afeta diretamente artistas, produtoras audiovisuais e a preservação da memória histórica, além de orientar o volume de recursos federais destinados a leis de incentivo fiscal e repasses a estados e municípios.

O documento protocolado pela campanha de Lula prevê a ampliação dos mecanismos de fomento direto e o fortalecimento do Ministério da Cultura, pasta que havia sido extinta e convertida em secretaria especial durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O petista defende expandir o orçamento do setor e democratizar o acesso a recursos para produções regionais e independentes.

Por outro lado, o programa apresentado por Flávio Bolsonaro concentra as prioridades do setor na preservação do patrimônio histórico material e de tradições culturais tradicionais. O candidato do PL sustenta que os repasses públicos não devem financiar produções com conotação ideológica e propõe regras mais rígidas para a captação de recursos privados com abatimento tributário.

Com informações de Agência Brasil e Money Times.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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