Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Brasil

Polícia Civil do Rio apura suposta encenação racista em ato político de Flávio Bolsonaro

Delegacia especializada investiga imagens gravadas na Barra da Tijuca com homem negro acorrentado

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A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro instaurou inquérito para apurar uma encenação em que um homem negro aparece acorrentado carregando um homem branco nas costas durante manifestação em favor de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no último sábado (24), na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.

O episódio mobilizou órgãos de proteção aos direitos fundamentais, já que a cena remete diretamente aos métodos de coerção do período da escravidão, gerando pedidos de sanção criminal por intolerância e racismo.

O ato fez parte de mobilizações convocadas por aliados do senador na véspera do segundo turno da eleição presidencial. O Ministério da Igualdade Racial divulgou nota de repúdio na qual afirmou que as imagens ferem a memória da sociedade e enviou representações formais ao Ministério da Justiça e à Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.

O participante branco foi identificado pela polícia como o empresário Carlos Eduardo Martins. Após a repercussão, Martins e o homem negro que participou da encenação publicaram vídeo conjunto afirmando que a apresentação era uma sátira política contra adversários e negando motivação racista. A polícia analisa as gravações e toma depoimentos para concluir o relatório da investigação.

Com informações de UOL, Folha e O Antagonista.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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