Domingo, 08 de novembro de 2026
Mundo

Portugal é o 2º na UE em alertas de retorno de imigrantes, diz Comissão Europeia

Nacionais do Brasil lideram notificações para deixar território que segue fora de pressão migratória.

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Portugal foi o segundo país da União Europeia com a maior proporção de alertas de retorno migratório em relação ao seu Produto Interno Bruto (PIB) e ao tamanho de sua população, segundo o Relatório Anual Europeu sobre Asilo e Migração de 2026. Divulgado nesta sexta-feira (6) pela Comissão Europeia, o levantamento aponta simultaneamente que o território português não se encontra sob pressão migratória de entrada.

O dado evidencia o endurecimento da fiscalização administrativa e atinge em cheio os imigrantes lusófonos residentes em solo luso. A maioria das ordens formais de saída emitidas pelas autoridades de Lisboa teve como destinatários cidadãos originários de Brasil, Índia e Angola que se encontravam em situação irregular de permanência.

A auditoria da União Europeia examinou os fluxos migratórios ocorridos entre 1º de julho de 2025 e 30 de junho de 2026. Segundo o parecer técnico divulgado em Bruxelas, nações como Portugal, Malta, Eslováquia, Suécia e Hungria não se enquadram nos critérios de sobrecarga nos postos de fronteira, mas demandam acompanhamento individualizado por conta do volume de processos de repatriação executados.

O diagnóstico servirá como subsídio para os debates ministeriais do bloco europeu nas próximas semanas, quando serão discutidas novas diretrizes conjuntas de integração e controle de vistos comunitários.

Com informações de RTP Notícias (Portugal) e Observador (Portugal).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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