Terça-feira, 06 de outubro de 2026
Mundo

Premiê francês condena violência em dia de maior mobilização estudantil

Protestos por melhorias nas escolas registram confrontos, prisões e centenas de feridos

O primeiro-ministro da França condenou no Parlamento, nesta terça-feira (6), os atos de vandalismo e violência registrados durante os protestos estudantis que se espalham pelo país. O discurso ocorreu no dia convocado pelas associações de estudantes como uma jornada de mobilização nacional, marcando o ápice da campanha iniciada em meados de setembro.

A manifestação das autoridades expõe uma escalada nas tensões sociais no país, que afeta diretamente a rotina de milhares de famílias e a segurança pública. Os estudantes reivindicam melhorias nas escolas, cobrando soluções para turmas superlotadas, falta de professores e infraestrutura precária, mas o governo argumenta que a destruição das instituições agrava ainda mais o problema do ensino.

Os confrontos entre manifestantes e forças de segurança geraram divergência nos números de vítimas divulgados pela imprensa europeia. Enquanto alguns veículos apontam pelo menos 715 policiais e 215 adolescentes feridos, outras contagens relatam mais de 600 agentes, 170 alunos e 78 funcionários machucados, além de contabilizarem mais de 5.060 prisões, sendo a grande maioria de menores de idade.

O movimento, que começou de forma isolada em uma escola na periferia de Paris, ganhou força após vídeos das paralisações viralizarem nas redes sociais. Agora, as autoridades francesas avaliam novas medidas de segurança, enquanto líderes estudantis organizam os próximos passos da mobilização geral nas escolas.

Com informações de Euronews, G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise