Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Política

Pressão diplomática dos EUA levou Flávio Bolsonaro a recuar em carta política

Autoridades norte-americanas alertaram que classificar senador como eleito romperia relações com o Brasil

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Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro cruza a fronteira da Argentina rumo ao Equador · Foto: Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

Representantes diplomáticos dos Estados Unidos atuaram diretamente nos bastidores para que o senador Flávio Bolsonaro alterasse o texto de uma declaração pública nos Estados Unidos, retirando a autoproclamação como "presidente eleito" do Brasil e passando a se intitular apenas líder político.

A intervenção das autoridades norte-americanas teve como objetivo impedir uma ruptura diplomática formal com o governo brasileiro. Segundo interlocutores diplomáticos, o governo dos Estados Unidos aceitou emitir vistos de segurança para Flávio e seus familiares, mas alertou que reconhecer um mandato presidencial paralelo feriria os interesses estratégicos de Washington e inviabilizaria a relação institucional entre as duas nações.

No Brasil, a divulgação do documento motivou o vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, Alencar Santana, a acionar a Procuradoria-Geral Eleitoral e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com uma representação que pede a declaração de inelegibilidade de Flávio por abuso de poder político. O articulador da viagem do senador, Paulo Figueiredo, negou que tenha havido qualquer exigência por parte da Casa Branca, enquanto o deputado federal Eduardo Bolsonaro não respondeu aos contatos da imprensa.

Com informações de UOL, Reddit e O Antagonista.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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