Domingo, 25 de outubro de 2026
Política

Projetos de ciência e inovação no Brasil unem setor público e iniciativa privada

Instituições como Inpe, Embraer e Embrapa alcançam resultados práticos ao aliar pesquisa aplicada e formação profissional

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O debate entre os candidatos à Presidência da República no segundo turno das eleições de 2026 deu pouco espaço aos temas de educação, ciência e inovação tecnológica, áreas que sustentam projetos de ponta no país.

A marginalização dessas áreas no debate político afeta diretamente a sociedade, pois a pesquisa científica aplicada e a formação de mão de obra qualificada são os motores que elevam a produtividade econômica, geram empregos e atraem investimentos para o Brasil.

Iniciativas consolidadas mostram que a cooperação entre o poder público e o mercado apresenta alternativas à divisão tradicional entre Estado e iniciativa privada. Exemplos de destaque incluem o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), ligados ao governo federal, além de projetos como a fabricante de aviões Embraer e o parque tecnológico Porto Digital do Recife, criado pela iniciativa privada com apoio dos governos municipal e estadual.

Segundo a avaliação do economista Marcos Lisboa, o êxito desses programas decorre do investimento contínuo na formação de profissionais, da abertura para cooperação internacional e da liberdade para inovar aliada à ciência aplicada, modelo que combina a estrutura estatal com a dinâmica do mercado.

A trajetória de instituições científicas no país também reúne momentos de atrito político, a exemplo de julho de 2019, quando o então presidente Jair Bolsonaro contestou dados do Inpe sobre alertas de desmatamento na Amazônia e acusou a direção do instituto. Com a realização do segundo turno das eleições neste domingo, entidades científicas e acadêmicas aguardam a definição das novas diretrizes governamentais e a destinação de verbas para a pesquisa nos próximos quatro anos.

Com informações de Folha e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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