Domingo, 25 de outubro de 2026
Economia

Próximo presidente enfrentará alta do déficit e despesas obrigatórias a partir de 2027

Projeção da Instituição Fiscal Independente estima que déficit primário subirá de 0,5% para 1% do PIB

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

O vencedor da disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) assumirá o governo federal em 2027 diante da necessidade de conter despesas obrigatórias crescentes para impedir a elevação da dívida pública.

O equilíbrio das contas públicas impacta diretamente o bolso do cidadão, pois déficits elevados pressionam a inflação, mantêm as taxas básicas de juros em patamares altos e limitam o dinheiro disponível para investimentos estatais em infraestrutura, hospitais e escolas.

Estimativa da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado Federal, calcula que o déficit primário efetivo do governo central passará de cerca de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 para 1,0% em 2027. O aumento decorre do conjunto de promessas de campanha apresentadas por ambos os candidatos e de regras que ampliam automaticamente os desembolsos com benefícios previdenciários e assistenciais atrelados aos reajustes do salário mínimo.

Segundo levantamento do instituto Indexa divulgado pelo Broadcast, 44,9% dos eleitores consideram Flávio mais preparado para administrar as contas públicas, enquanto 39,3% apontam Lula. A mesma sondagem revelou que 41,9% da população rejeita cortes em programas sociais para ajustar o orçamento, evidenciando a restrição política que o futuro presidente enfrentará no Congresso Nacional a partir de janeiro.

Com informações de InfoMoney e UOL.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.