Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Mundo

Protestos por moradia montam mais de 130 tendas no centro de Lisboa e do Porto

Ativistas pernoitam em praças públicas de Portugal após decisão judicial autorizar permanência

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

Manifestantes ligados a movimentos pelo direito à habitação voltaram a erguer acampamentos na Praça do Rossio, em Lisboa, e na Praça D. João I, na cidade do Porto, na manhã desta quinta-feira (5). A mobilização reuniu cerca de 90 barracas na capital portuguesa e outras 40 no espaço público da cidade ao norte.

O protesto denuncia a crise imobiliária que atinge o país europeu, caracterizada pela disparada dos preços dos aluguéis e pela escassez de moradia acessível para trabalhadores e estudantes. A retomada das instalações foi respaldada por uma ordem judicial concedida pelo tribunal distrital à ativista Renata Cambra, autorizando a fixação de estruturas de protesto até o dia 24 de novembro e anulando ordens policiais prévias de desocupação imediata.

A madrugada transcorreu de forma pacífica e sem confronto com as forças de segurança, que haviam dispersado grupos de manifestantes no final de semana anterior. Além da pauta habitacional, os organizadores do acampamento no Porto aprovaram em assembleia popular a cobrança pública pela demissão do titular do Ministério da Administração Interna (MAI).

Os ativistas anunciaram que pretendem manter as barracas fixas nos centros urbanos ao longo das próximas semanas enquanto exigem audiências formais com membros do governo português.

Com informações de RTP Notícias (Portugal), Euronews e Observador (Portugal).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.