Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Economia

Reformas econômicas estabilizam contas mas reduzem poder de compra em emergentes

Queda na inflação e superávits fiscais na Argentina e em outras nações não se convertem em melhora nas condições de vida da população

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Reformas de austeridade fiscal e combate à inflação em países emergentes conseguiram reequilibrar contas públicas e recuperar a confiança de investidores internacionais, mas têm gerado forte descompasso com a perda do poder de compra das famílias.

O cenário é emblemático na Argentina, onde a gestão do presidente Javier Milei reduziu a taxa anualizada de inflação de patamares próximos a 300% para cerca de 33%, além de abrir importações e cortar gastos com subsídios estatais. Apesar do reconhecimento de organismos multilaterais como o Fundo Monetário Internacional (FMI), pequenos comerciantes e consumidores enfrentam a triplicação dos custos de reposição e o encolhimento acentuado da classe média.

Situação semelhante atinge outros mercados em desenvolvimento. No Sri Lanka, a superação do calote soberano não foi suficiente para reduzir os índices de pobreza aos níveis pré-crise. Na Nigéria, o encerramento de subsídios estatais aos combustíveis elevou os custos básicos de subsistência, enquanto medidas de desestatização no Egito e desregulamentação comercial no Uzbequistão ampliaram a pressão financeira sobre os lares.

Analistas econômicos apontam que o desafio dessas nações nos próximos anos consistirá em transformar o equilíbrio macroeconômico em geração sustentável de empregos e recuperação salarial antes que a insatisfação social desestabilize os programas de reforma.

Com informações de G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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