Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Economia

Regras do Banco Central levam corretoras de criptomoedas a fechar ou buscar parceiros

Exigência de capital mínimo e licença obrigatória que vence em outubro aceleram consolidação no setor

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Corretoras de criptoativos em atuação no Brasil iniciaram um processo de encerramento de atividades ou busca por parcerias corporativas diante das regras de funcionamento e de capital mínimo estipuladas pelo Banco Central do Brasil (BC).

A regulação visa ampliar a segurança jurídica e patrimonial dos investidores que negociam moedas virtuais, em um setor que movimentou R$ 283 bilhões no primeiro semestre de 2026, sendo R$ 177,6 bilhões operados por intermediárias cadastradas na Receita Federal.

Plataformas como Bitnuvem, NovaDAX, Digitra.com e Coinext anunciaram o fim de suas operações neste ano, apontando o aumento nos gastos regulatórios e a dificuldade de manter a operação dentro das exigências. Já empresas como Crypto.com, Bitso e Bity reestruturaram seus serviços para cumprir as diretrizes, em um mercado amplamente liderado por bitcoin e stablecoins como USDT e USDC.

O prazo para as corretoras em atividade solicitarem a autorização definitiva junto à autoridade monetária termina em 30 de outubro. A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) calcula que entre 15 e 30 de seus 45 membros formalizarão o pedido de licença para seguir operando regularmente no país.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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