Sexta-feira, 09 de outubro de 2026
Urgente Terremoto de magnitude 7,6 atinge o Panamá e gera alerta de tsunami
Política

Reunião de Moraes com cúpula da PF teve mais delegados e amplia mal-estar no STF

Presença de chefes de inquéritos e de contrainteligência em encontro fora da agenda aumenta desconfiança no tribunal

Alexandre de Moraes
Alexandre de Moraes 02 · Foto: Chega - Partido Portugal / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A reunião fora da agenda entre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a cúpula da Polícia Federal (PF) teve a participação de mais dois delegados além dos nomes já conhecidos. A presença de Vitor Arruda, chefe da Coordenação de Inquéritos Especiais (Cinq), e de Guilhermo Catramby, coordenador de Contrainteligência da corporação, ampliou o desconforto entre outros integrantes da Corte.

A revelação mostra que o encontro reuniu as principais autoridades envolvidas nas investigações mais sensíveis do país. A falta de informações oficiais sobre o motivo da reunião, que não constava na agenda oficial do ministro, gera desconfiança no tribunal sobre os objetivos de Moraes com a instituição.

Um dia após o encontro, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, arquivou um pedido para investigar uma suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Nos bastidores do Supremo, a decisão é vista por alguns interlocutores como uma tentativa de desviar o foco da reunião ou um aceno ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Até o momento, o STF e a PF não se manifestaram oficialmente sobre o caso.

Com informações de Revista Oeste, Estadão e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise