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Economia

Sem corte de gastos, ciclo de redução dos juros no Brasil pode ter acabado, diz Mansueto

Economista-chefe do BTG Pactual avalia que indefinição fiscal pressiona projeções de inflação e trava atuação do Banco Central

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Mansueto Almeida
Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual · Foto: Agência Senado / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A indefinição sobre o controle das despesas públicas pelo governo federal pode interromper de forma definitiva o ciclo de redução das taxas de juros no Brasil, afirmou o economista-chefe do banco BTG Pactual, Mansueto Almeida, nesta quinta-feira (29), em São Paulo.

A declaração foi feita durante a etapa final da Copa BTG Trader 2026. Segundo o especialista, o comportamento da política fiscal assumiu papel central na determinação dos próximos passos da autoridade monetária e na fixação das taxas de longo prazo cobradas no mercado financeiro.

Mansueto destacou que a falta de um plano fiscal transparente impulsiona as projeções de inflação dos analistas para o período de 2027 a 2029. Diante do encarecimento dos custos para financiar a dívida pública, o Banco Central do Brasil perde a margem técnica necessária para dar continuidade aos cortes na taxa Selic.

O economista advertiu que, sem um corte palpável nas despesas estatais, o ciclo de afrouxamento monetário pode ter se encerrado no país. As futuras deliberações sobre a taxa básica permanecem dependentes das diretrizes orçamentárias encaminhadas pela equipe econômica do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Com informações de Money Times e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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