Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Política

Senador aciona a Justiça Eleitoral para investigar o grupo 'Exército do Lula'

Canal comandado no WhatsApp pelo deputado federal André Janones quer ultrapassar os 3 milhões de participantes visando a disputa do segundo turno

Urna eletrônica
Urna eletrônica do TSE · Foto: Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

O senador Carlos Viana formalizou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Ministério Público Eleitoral (MPE) cobrando uma investigação profunda sobre a legalidade do canal de WhatsApp chamado "Exército do Lula". O grupo é administrado e liderado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para concentrar o repasse de orientações à militância digital do PT neste segundo turno.

A representação movida pelo parlamentar tenta colocar freios jurídicos e exigir transparência nos métodos das coordenações de mobilização eleitoral pelas redes, questionando aos magistrados se a estrutura massiva erguida ultrapassa os limites permitidos na lei para a livre manifestação orgânica da população.

Viana quer que a Justiça apure e informe se a enorme estrutura de transmissão virtual utiliza ou envolve, em algum nível, a contratação irregular ou o pagamento de pessoas físicas e jurídicas na produção, curadoria e distribuição do conteúdo enviado nos chats. A iniciativa virou alvo em Brasília após a deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) se gabar publicamente que o grupo saltou da marca inicial de 50 mil para mais de um milhão de adeptos, com a intenção explícita de atingir os três milhões. A ação foi divulgada, mas veículos registram de forma desencontrada a sigla partidária de Carlos Viana — eleitoralmente vinculado a fontes tanto do PSD quanto do Podemos na repercussão.

Com informações de O Antagonista e UOL.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise