Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
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Economia

Taxas do Tesouro Direto e juros futuros sobem com pesquisa eleitoral e escala 6x1

Rendimentos dos contratos de DI avançaram até 14 pontos-base nesta quinta-feira diante de empate entre Flávio e Lula e custos da PEC trabalhista

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As taxas de rentabilidade do Tesouro Direto e os contratos de juros futuros (DIs) operaram em forte alta na manhã desta quinta-feira (15), marcando o terceiro pregão consecutivo de valorização das taxas na bolsa brasileira.

O avanço das taxas de juros encarece o custo de crédito para empresas e consumidores no país, mas eleva o rendimento pago a investidores de títulos públicos pós-fixados e prefixados emitidos pelo governo.

O movimento doméstico descolou-se do exterior, onde os juros dos títulos públicos norte-americanos operavam em queda. A curva de juros no Brasil foi impulsionada pela pesquisa Quaest, divulgada na noite de quarta-feira (14), que registrou empate técnico na eleição presidencial com Flávio Bolsonaro marcando 46% das intenções de voto contra 44% de Lula, ampliando as incertezas dos agentes financeiros na reta final da disputa.

Além da corrida eleitoral, os operadores precificaram os possíveis impactos nos custos das empresas e no equilíbrio fiscal causados pela aprovação da PEC que encerra a escala 6x1. Às 10h10, a taxa do contrato de DI para janeiro de 2028 avançou para 12,815%, enquanto o contrato com vencimento em janeiro de 2035 subiu 14 pontos-base, atingindo 12,75%.

Com informações de Valor Investe, InfoMoney e CNN Brasil.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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