Sábado, 03 de outubro de 2026
Saúde

Técnica do 'edging' ajuda a prolongar relação íntima e intensificar orgasmo

Prática consiste em reconhecer os momentos prévios ao ápice sexual, reduzindo o ritmo para estender a experiência.

O termo “edging” costuma surgir nos círculos de intimidade com a promessa de transformar o prazer e combater rotinas repetitivas durante o sexo, seja a dois ou em voo solo. O método antigo — estudado pelos terapeutas sexuais e urologistas do país — ensina a postergar o ápice fisiológico por meio da pausa ou da redução drástica do estímulo para não atingir o clímax cedo.

Essa prática auxilia as pessoas a reconhecerem com maior proximidade as respostas naturais e os próprios corpos num plano em que podem assumir o comando de sua excitação, diminuindo quadros de falta de concentração ou ansiedade extrema no contato com os genitais, de acordo com observações do campo da medicina e de especialistas da mente e do comportamento.

O processo começa pela autopercepção da intensidade do estímulo: ao perceber que o corpo fará a passagem sem retorno a um orgasmo, os participantes seguram os movimentos. Após respirar ou transferir o foco do contato momentaneamente, é hora de ligar novamente e voltar a sentir, gerando um possível pico final muito superior ao trivial. Segundo orientações do Instituto Paulista de Sexualidade, apesar dos resultados atrativos, dominar o próprio desejo nunca é simples no início para todo mundo e demandará algumas tentativas solitárias para regular o aspecto não só físico, como os gatilhos criados no imaginário.

Com informações de UOL e Folha.

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