Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Política

TREs afirmam que mudanças de locais de votação são exceções climáticas e prediais

Tribunais enviaram nota conjunta ao TSE informando que alterações afetam menos seções que em 2022 e decorrem de emergências

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Tribunal Superior Eleitoral
Urnas eletrônicas substituídas pelo TSE · Foto: Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

Os presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) encaminharam uma manifestação conjunta ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, nesta segunda-feira (19), sustentando que as transferências de locais de votação para o segundo turno decorrem unicamente de fatores excepcionais. O documento do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel) destaca que a diretriz principal da Justiça Eleitoral é manter os eleitores nos mesmos colégios em ambas as etapas da eleição.

Segundo a entidade, as alterações pontuais foram motivadas por eventos climáticos severos, problemas estruturais detectados nos imóveis ou exigências de segurança pública. Os dados preliminares apontam que 4.352 seções eleitorais tiveram endereços modificados, o que corresponde a 0,87% do total de urnas do país, índice considerado pelos magistrados significativamente inferior ao registrado na eleição de 2022.

As maiores concentrações de seções transferidas ocorreram em São Paulo, com 982 pontos, seguido por Minas Gerais, com 514, Rio de Janeiro, com 431, e Bahia, com 312 unidades. A Justiça Eleitoral reforçou que a decisão cabe exclusivamente a cada juiz de zona eleitoral e que os sistemas eletrônicos continuam recebendo atualizações para orientar os cidadãos antes da abertura das urnas no próximo domingo (25).

Com informações de G1, Metrópoles e Poder360.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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