Sábado, 03 de outubro de 2026
Economia

TRT-8 abre concurso público com vagas de cadastro de reserva e salários de até R$ 16 mil

Interessados em ingressar em carreiras jurídicas federais têm até dia 5 de novembro para efetuarem pagamentos e confirmarem suas inscrições.

A oitava divisão do Tribunal Regional do Trabalho da federação abriu vagas no Pará e no Amapá nesta segunda-feira (5) sob formato de concurso focado estritamente na composição de um cadastro de reserva para a corte de justiça. Os futuros aprovados em mais de vinte áreas poderão encontrar salários que oscilam entre R$ 9,7 mil até a atrativa cifra de iniciação de R$ 16.040,88 em algumas carreiras.

Ao atrair profissionais bem qualificados para o funcionalismo público local, o tribunal espera atualizar seu fluxo de mão de obra frente ao acúmulo de trâmites trabalhistas pendentes em suas mesas e corredores. Para os candidatos, as regras exigem que não há vaga com garantia imediata: é preciso colocar o nome da lista após ter um alto desempenho na contagem da nota da prova, aguardando pacientemente pelas aposentadorias de quadros e convocações sequenciais pelos próximos dois anos.

Há vinte diferentes chances ativas para atuar como o chamado analista judiciário do tribunal, com espaços para formação prévia exigida no campo do direito, da medicina, de odontologia, assistentes sociais e até perfis focados em engenharia e tecnologia da programação, que figuram no topo da lista dos salários iniciais da convocação da lei. Na ala com opções abertas na casa dos técnicos judiciários, são possíveis as inscrições nas especialidades de enfermagem, tecnologia e polícia do trabalho, este com acréscimos extras.

O braço logístico da seletiva caberá no papel da tradicional organizadora das provas, a Fundação Carlos Chagas (FCC). Os boletos seguem fixados na variação em patamares de R$ 90 a R$ 110, disponíveis via site da realizadora. As cadeiras da prova estão prometidas para seletiva em Macapá, Belém, Santarém e Marabá no mês de janeiro de 2027.

Com informações de UOL e Folha.

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