Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Mundo

Trump afirma não acreditar que China e Rússia estejam apoiando o Irã na guerra

Presidente dos EUA declarou que Moscou e Pequim têm muito a perder caso intervenham no conflito

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Donald Trump
Portrait of 45th and 47th POTUS, Donald Trump taken by Daniel Torok This portrait is displayed at the Smithsonian National Portrait Gallery and was approved for use on a commemorative Semiquincentenni · Foto: Daniel Torok / Wikimedia Commons (Public domain)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (12) que não acredita que a Rússia e a China estejam fornecendo ajuda militar ou estratégica ao governo do Irã durante o conflito armado em andamento no Oriente Médio. A declaração foi compartilhada em publicação oficial do mandatário em sua plataforma digital, a Truth Social.

O posicionamento de Trump alivia temporariamente as tensões geopolíticas com Pequim e Moscou em relação à escalada militar na região petrolífera. Para os mercados globais e a diplomacia internacional, a postura pública do líder americano sinaliza uma tentativa de evitar um confronto direto entre superpotências nucleares durante a crise no Golfo Pérsico.

Em sua mensagem, o líder republicano ponderou que, caso exista algum tipo de cooperação militar entre os países, ela se dá em "nível muito baixo", reforçando que ambos "têm muito a perder e nós saberíamos disso muito rápido". As palavras surpreenderam analistas porque contrastam com declarações prévias do próprio chefe de Estado, que já havia acusado as autoridades chinesas de comercializar armamentos com Teerã, além de desconsiderar relatórios das agências de inteligência de Washington que investigavam se o Kremlin forneceu imagens de satélite para mapear posições da Agência Central de Inteligência (CIA). Enquanto adota discurso apaziguador com Vladimir Putin e Xi Jinping, Trump criticou aliados tradicionais da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Europa por restringirem o uso de bases aéreas.

O governo de Washington segue monitorando as movimentações militares no estreito e as rotas marítimas no Golfo antes de definir novos pacotes de sanções econômicas contra o regime iraniano.

Com informações de UOL, Veja e Gazeta do Povo.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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