Vírus se espalham por Havana em meio a apagões e escassez de água
Crise na infraestrutura cubana deixa milhões sem fornecimento regular e agrava surtos de doenças diarreicas na capital do país
Os bairros da capital cubana, Havana, enfrentam uma escalada na disseminação de vírus provocada por falhas contínuas no fornecimento de energia elétrica e pela falta de água encanada. A crise afeta a infraestrutura precária da cidade, deixando muitos dos cerca de dois milhões de habitantes sem acesso regular ao abastecimento hídrico por dias ou até semanas.
Com os cortes de energia frequentemente ultrapassando as 24 horas, o funcionamento das bombas elétricas responsáveis por quase 90% da rede hidráulica do país foi severamente comprometido, de acordo com o Instituto Nacional de Recursos Hidráulicos de Cuba. Diante do cenário, moradores relatam dificuldades extremas para manter a higiene básica, precisando recorrer à compra de água de ambulantes e reutilizando água suja para afazeres domésticos.
A situação acendeu alertas de saúde internacionais e locais. Autoridades cubanas advertiram para o avanço de surtos, incluindo uma cepa de hepatite viral. Paralelamente, o governo dos Estados Unidos emitiu um comunicado advertindo sobre o aumento significativo de doenças diarreicas associado à degradação da infraestrutura da ilha. Atualmente, a ONU calcula que aproximadamente 3,5 milhões de cubanos sofram com a escassez de água no país.
Com informações de UOL, Terra, InfoMoney, Google Notícias e Reddit.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise