Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Economia

Ajuste fiscal no Chile gera estagnação e desemprego atinge recorde de 9,6%

Queda na construção civil e paralisia em investimentos afetam economia sob gestão de José Antonio Kast

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O rigoroso plano de austeridade fiscal colocado em prática pela gestão do presidente chileno José Antonio Kast aprofundou a desaceleração na atividade produtiva do país e impulsionou o desemprego para 9,6%, a maior taxa verificada em mais de cinco anos.

O endurecimento orçamentário produziu reflexos expressivos no nível de atividade dos trabalhadores e na confiança dos consumidores. Os investimentos em capital fixo registraram taxa nula no segundo trimestre, sufocados pela paralisação de empreendimentos imobiliários e obras de infraestrutura na construção civil. Paralelamente, o segmento de mineração de cobre, pilar essencial do saldo comercial do Chile, sofreu forte queda produtiva.

A perda de dinamismo coincidiu com a aceleração do custo de vida, que alcançou 4,1% no acumulado de doze meses registrado em julho. A elevação dos preços decorre substancialmente das oscilações do mercado de derivados de petróleo, insumo que a economia chilena quase não produz e depende de compras internacionais para atender ao abastecimento interno.

Diante do quadro de estagnação econômica, o ministro da Fazenda, Jaime Quiroz, esteve com executivos em Santiago para pedir equilíbrio e rejeitar projeções pessimistas para o restante do ano. No Congresso chileno, congressistas articulam debates para discutir revisões pontuais nas metas orçamentárias e medidas de socorro às cadeias de emprego.

Com informações de BBC News Brasil e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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