Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Economia

Alckmin afirma que ajuste fiscal brasileiro não deve ser feito com recessão

Vice-presidente critica modelo econômico adotado na Argentina e defende corte focado em desperdícios e privilégios

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O vice-presidente da República e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta quarta-feira (21), em São Paulo, que a contenção das contas públicas no Brasil não pode ser conduzida por meio de medidas recessivas que prejudiquem a população de menor renda.

Durante conversa com jornalistas, Alckmin criticou a política fiscal em vigor na Argentina, afirmando que cortes generalizados fecham empresas, extinguem postos de trabalho e elevam os índices de pobreza. Para o leitor e os trabalhadores, a posição indica a intenção do governo de manter reajustes de renda e benefícios sociais, buscando equilibrar o orçamento pelo avanço da arrecadação com atividade econômica em vez do aperto excessivo no consumo.

De acordo com o vice-presidente, o Estado precisa funcionar como agente indutor do desenvolvimento, permitindo que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) desacelere a trajetória da relação entre a dívida pública e a produção nacional. Ele destacou que o equilíbrio das contas deve incidir sobre desperdícios da máquina pública e privilégios tributários, citando como compromissos a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e o aumento do limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI).

Na reta final da campanha eleitoral para o segundo turno presidencial, Alckmin afirmou que a mobilização de rua e nas redes sociais busca diminuir o índice de abstenção nas urnas no domingo (25/10).

Com informações de UOL, Terra e Money Times.

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