Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Mundo

Aliado histórico recua e rival de Netanyahu ganha apoio árabe em Israel

Partido ultraortodoxo decide não indicar premiê ao presidente Herzog enquanto negociações para novo governo seguem travadas

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Benjamin Netanyahu
Foto recente do primeiro-ministro citado na matéria · Foto: UK Government / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O partido ultraortodoxo Judaísmo Unido da Torá (UTJ), aliado histórico do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta quinta-feira (5) que decidiu não recomendar nenhum nome para liderar o próximo governo do país.

A decisão foi oficializada durante as consultas conduzidas pelo presidente Isaac Herzog e enfraquece a posição de Netanyahu na tentativa de formar maioria parlamentar. Paralelamente, o líder do principal bloco de oposição, o general da reserva centrista Gadi Eisenkot, conquistou a recomendação de legendas árabes na disputa pelo cargo de premiê.

O cenário de paralisia reflete a votação legislativa de 27 de outubro, que não garantiu vitória clara a nenhuma das chapas. A coalizão encabeçada pelo Likud, de Netanyahu, obteve 53 das 120 cadeiras do parlamento israelense (Knesset), enquanto a oposição liderada por Eisenkot conquistou 48 cadeiras, ambos distantes do patamar mínimo de 61 deputados exigido para governar.

Diante do impasse institucional, Eisenkot publicou nas redes sociais que pretende restaurar a cooperação bipartidária com os Estados Unidos, enquanto o presidente Herzog continua as rodadas de negociação antes de formalizar a indicação do encarregado de montar o gabinete.

Com informações de UOL, RFI Brasil e Poder360.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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