Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Economia

Lula e ministros adiam medidas fiscais para depois de viagem à Turquia

Encontro no Palácio da Alvorada definiu que equipe econômica apresentará pacote orçamentário apenas na segunda quinzena de novembro

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Palácio da Alvorada em Brasília
Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência em Brasília · Foto: Arne Müseler / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0 de)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu no início da tarde desta quinta-feira (5), no Palácio da Alvorada, em Brasília, uma reunião de quase duas horas com ministros e economistas convidados para avaliar o cenário das contas públicas, decidindo adiar o anúncio de medidas fiscais para depois de sua viagem internacional.

O encontro complementa as discussões do governo federal sobre a contenção do endividamento público. Na prática, a decisão de não fechar um pacote econômico de imediato adia para o fim de novembro a definição sobre cortes de despesas ou mudanças orçamentárias que afetam os investimentos da União e as expectativas do mercado financeiro.

O Palácio do Planalto formalizou a lista de presentes no encontro, que reuniu o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, os ministros Bruno Moretti (Planejamento), Miriam Belchior (Casa Civil) e Esther Dweck (Gestão), além dos ex-ministros Fernando Haddad e Guido Mantega, de Aloizio Mercadante e Luciano Coutinho (atual e ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES) e dos economistas Laura Carvalho e Eduardo Moreira. Segundo Durigan, caberá a ele e a Moretti consolidar as propostas técnicas para submetê-las à aprovação final de Lula assim que o presidente regressar de viagem à Turquia.

Durante as conversas no Alvorada, Durigan pontuou que não há fórmula mágica e defendeu a sustentabilidade das contas públicas aliada a compromissos de inclusão social. A equipe econômica estuda alterar normas orçamentárias para calibrar limites em eventuais congelamentos de verbas, com a meta de alcançar um superávit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027.

Com informações de InfoMoney, UOL, Money Times, G1, Folha e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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