Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Economia

Imposto Seletivo terá alíquota de 6,3% para carros e substituirá IPI sem alta imediata

Regras estabelecidas pelo governo federal preveem critérios de eficiência energética e preservação da carga tributária em 2027

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Reunião com o setor automotivo
Presidente Lula durante reunião com entidades representativas do setor automotivo · Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O Governo Federal detalhou as diretrizes operacionais do Imposto Seletivo, fixando uma alíquota-base de 6,3% sobre a comercialização de automóveis e estabelecendo a substituição integral do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a partir de 2 de fevereiro de 2027.

A regulamentação tem o propósito de desestimular o consumo de mercadorias danosas à saúde ou ao meio ambiente sem impor uma elevação súbita nos preços ao consumidor, uma vez que a nova taxa substituirá o tributo anterior durante o primeiro ano de transição da reforma tributária.

No caso do mercado automotivo, a cobrança sobre os veículos será ajustada a partir de índices de eficiência energética, nível de emissões poluentes, potência do motor, equipamentos de segurança e facilidade de reciclagem das peças.

O mesmo mecanismo de compensação valerá para outros setores regulados, como o de cervejas, que terá alíquota prevista de 4,2% calculada para preservar a carga fiscal vigente sem acréscimo automático ao valor final nas gôndolas.

O regime inicial permanecerá em vigor ao longo de 2027, cabendo ao Congresso Nacional avaliar novos patamares de alíquotas para o calendário de 2028.

Com informações de Exame, Veja e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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