Domingo, 08 de novembro de 2026
Ciência

Aves de rapina gigantes caçavam ancestrais humanos na pré-história

Marcas em crânio de 2,8 milhões de anos mostram como predadores voadores influenciaram a sobrevivência da espécie

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Aves de rapina gigantes caçavam crianças hominídeas na África do Sul durante a pré-história, segundo análises de fósseis que remontam a cerca de 2,8 milhões de anos.

A descoberta ajuda a explicar como a pressão de predadores aéreos influenciou a evolução humana. O risco constante impulsionou o desenvolvimento de comportamentos de cooperação, comunicação e proteção coletiva entre os primeiros bandos ancestrais.

O caso mais notório é o do "Menino de Taung", um exemplar jovem da espécie extinta Australopithecus africanus, com cerca de três anos de idade. Marcas de punções profundas preservadas na região das cavidades oculares do crânio são consistentes com perfurações provocadas por garras afiadas de grandes águias, hábito observado em aves de rapina modernas ao abater presas.

Durante a Idade da Pedra, os ancestrais humanos dividiam território não apenas com felinos gigantes terrestres, mas também com aves colossais que reinaram nos céus antes do fim da última Era do Gelo. Pesquisadores continuam a examinar coleções fósseis para identificar quais outras espécies de hominídeos estiveram sujeitas à mesma cadeia predatória.

Com informações de BBC News Brasil, Google Notícias, Terra, UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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