Domingo, 08 de novembro de 2026
Ciência

Chihuahuas carregam DNA de coiote herdado antes da chegada europeia, diz estudo

Pesquisa em Stanford com algoritmo genômico revela ancestralidade ligada a cães toltecas extintos

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Cães da raça chihuahua guardam vestígios genéticos de coiotes incorporados à sua ancestralidade antes da chegada dos colonizadores europeus às Américas, segundo um estudo da Universidade Stanford publicado na revista acadêmica Nature Communications.

O resultado comprova que elementos biológicos de animais nativos da América pré-colombiana continuam ativos em cães contemporâneos, ampliando o entendimento sobre a dispersão e miscigenação de canídeos no continente.

A constatação ocorreu enquanto a equipe testava um novo algoritmo de computação capaz de realizar varreduras genômicas em alta definição. Os cientistas identificaram que o chihuahua descende do techichi, um canino mudo domesticado pelos toltecas por volta da virada do primeiro milênio e extinto séculos depois.

Segundo o geneticista de Stanford Alexander Ioannidis, coautor da investigação, os chihuahuas modernos mantêm cerca de 4% de carga genética herdada dessa linhagem milenar, sendo que dentro dessa porcentagem encontram-se fragmentos originados do acasalamento com coiotes. O grupo agora pretende utilizar a mesma ferramenta matemática para sequenciar o código genético de outras raças nativas do continente.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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