Domingo, 08 de novembro de 2026
Saúde

Médicos pedem regras para canetas emagrecedoras após alerta sobre risco de anorexia

Especialistas recomendam triagem prévia e acompanhamento contínuo de pacientes que usam GLP-1

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Uma coalizão internacional de médicos especializados em obesidade e profissionais dedicados a transtornos alimentares publicou novas recomendações defendendo normas rígidas para a prescrição de medicamentos da classe GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras, devido a indícios de risco de anorexia.

O alerta visa conter a disseminação desregulada dos fármacos para finalidades exclusivamente cosméticas, protegendo pacientes vulneráveis de déficits calóricos severos e de complicações psiquiátricas silenciosas.

Os remédios contam atualmente com dezenas de milhões de usuários em todo o mundo. Especialistas destacam que reações adversas comuns das fórmulas — tais como tontura, náusea contínua, perda capilar e aversão acentuada a alimentos — sobrepõem-se aos sintomas clássicos da anorexia nervosa, gerando confusão no diagnóstico clínico, como pontuou a médica de família Katherine Kiley, que atua na Califórnia.

O documento propõe que os médicos façam uma triagem psicológica prévia contra desordens nutricionais antes de emitir a receita e mantenham fiscalização periódica da saúde do paciente. Na prática atual dos consultórios, essa checagem não é obrigatória, e as entidades agora pretendem submeter as recomendações para avaliação de comitês regulatórios sanitários para que se tornem protocolos oficiais.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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