Quarta-feira, 04 de novembro de 2026
Política

Carcereiro relata ofensas e mágoa de Lula contra ministros do STF durante prisão

No livro ‘Banho de Sol’, policial federal Jorge Chastalo Filho descreve queixas do petista sobre Cármen Lúcia e Edson Fachin

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Ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral
Foto: TSE - Tribunal Superior Eleitoral / Wikimedia Commons (Public domain)

O policial federal Jorge Chastalo Filho, que chefiou a equipe responsável pela custódia de Luiz Inácio Lula da Silva na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, relata em livro que o atual presidente guardava forte ressentimento e costumava proferir ofensas contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) indicados por ele próprio ou pela ex-presidente Dilma Rousseff durante os 580 dias de prisão.

A publicação do livro Banho de Sol apresenta relatos sobre a rotina carcerária do petista entre 2018 e 2019 e detalha o inconformismo com decisões judiciais que negaram sua soltura, impediram entrevistas e postergaram a análise de recursos durante o período de inelegibilidade.

Segundo a obra, Lula chamava a ministra Cármen Lúcia de "falsa humilde", afirmando ter se arrependido de sua indicação em 2006 após ela ter mencionado a história de vida humilde de sua família. O policial relata ainda insultos direcionados ao ministro Edson Fachin e queixas contra Luiz Fux e Luís Roberto Barroso em momentos decisivos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2018. A assessoria do Palácio do Planalto e a defesa do presidente não se manifestaram sobre o teor do livro aos veículos consultados.

Com informações de UOL, Folha e O Antagonista.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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