Quarta-feira, 07 de outubro de 2026
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Política

Chances de virada no segundo turno são improváveis, apontam especialistas

Apesar da diferença histórica entre os candidatos, transferência de votos exigida é considerada alta por cientistas políticos

Urna eletrônica
Urna eletrônica modelo UE2020. · Foto: Wikimedia Commons / TSE - Tribunal Superior Eleitoral (Public domain)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerrou o primeiro turno das eleições com 2,2 milhões de votos a menos do que Flávio Bolsonaro, a menor diferença entre os primeiros colocados desde a redemocratização do Brasil. Apesar da margem estreita de 1,9%, cientistas políticos consideram que uma virada petista no segundo turno será difícil de alcançar.

As análises importam porque apontam os caminhos e as dificuldades reais dos candidatos nas próximas semanas, ajudando o eleitor a entender as movimentações políticas da campanha. Uma mudança na liderança entre turnos nunca ocorreu no país em eleições presidenciais diretas.

Segundo pesquisadores e consultores, Lula precisaria atrair um percentual muito alto dos eleitores que apoiaram outros candidatos, como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Calheiros. Outro fator analisado é o comparecimento às urnas: o índice de abstenção costuma ser semelhante entre os turnos, o que reduz as chances de captar novos eleitores entre os ausentes.

Com informações de O Antagonista, UOL e Terra.

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