Quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Mundo

EUA pressionam Rússia sobre morte por peste pneumônica na Sibéria; OMS vê risco baixo

Serviço sanitário russo negou imposição de restrições de saúde, enquanto diplomacia americana cobra formalmente transparência sobre o caso.

Vladimir Putin
Foto: Press service of the President of the Russian Federation / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

A suspeita de um caso letal de peste pneumônica na Rússia gerou uma ação diplomática direta dos Estados Unidos. O Departamento de Estado americano enviou um documento confidencial ao governo em Moscou afirmando que a decisão de não revelar detalhes técnicos do caso é uma atitude contrária às obrigações de transparência e saúde internacionais assumidas pelo país asiático e europeu.

O avanço da pressão diplomática americana ocorre por temores de que a infecção altamente contagiosa se expanda. Apesar da crescente preocupação nos círculos de inteligência de Washington, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta terça-feira que o risco de a doença cruzar as fronteiras russas e se tornar um problema de saúde em outros países é considerado "muito baixo" neste momento.

A tensão diplomática teve origem na morte de Daria Shipilova, de 28 anos, uma funcionária que atuava no Instituto de Pesquisa Antipeste localizado na região siberiana de Irkutsk. Em resposta aos rumores internacionais de que a área estaria sofrendo restrições severas de isolamento, a agência sanitária russa de proteção ao consumo (Rospotrebnadzor) negou oficialmente qualquer reforço epidemiológico ou restrição local, afirmando que supostos documentos vazados na internet são falsos.

A confirmação sobre a situação interna russa agora é aguardada nos mais altos níveis de governo, com o presidente americano, Donald Trump, afirmando ter um telefonema já agendado com o presidente russo, Vladimir Putin, para discutir o assunto nos próximos dias. As agências de espionagem e monitoramento dos EUA seguem reunindo informações em tempo real sobre a região afetada.

Com informações de UOL e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise