Cofundador da Rockstar critica pânico moral contra GTA e acusa imprensa de histeria
Dan Houser afirma que jogos viraram alvo fácil da mídia e da política por falta de regulação na internet.
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O cofundador da Rockstar Games e cocriador da franquia Grand Theft Auto (GTA), Dan Houser, afirmou que as controvérsias e o pânico moral enfrentados pela produtora nos anos 2000 foram marcados por histeria da grande imprensa e perseguição política. A declaração foi feita em entrevista ao jornalista Brian Altano no canal IGN no YouTube, durante o quadro IGN Icons.
Segundo Houser, o setor de videogames se tornou um bode expiatório conveniente para políticos em Washington e emissoras de televisão por ser uma mídia interativa recente e sem forte atuação de lobistas. O produtor destacou que a indústria do cinema nunca enfrentou o mesmo nível de retaliação e argumentou que narrativas ambientadas nos Estados Unidos contemporâneo precisam, inevitavelmente, abordar temas políticos.
O criador de GTA defendeu que os jogos sempre foram moralmente justificáveis e que a perspectiva em terceira pessoa, aliada à sátira e ao humor, contextualizava a violência de forma coerente. Ele também classificou como desonesta a postura de críticos que pinçavam trechos de poucos segundos em obras com mais de cem horas de duração para fabricar escândalos fora de contexto.
Houser apontou ainda uma contradição histórica na repercussão negativa sobre os gráficos simples dos jogos daquela geração, enquanto a expansão da internet permitia o acesso irrestrito a qualquer conteúdo sem nenhum tipo de regulação.
Com informações do canal IGN no YouTube.
Com informações de IGN (YouTube).
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise
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