Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Economia

Compras agrícolas da China nos EUA caem ao menor nível em sete anos e testam acordo

Importações somaram US$ 7,2 bilhões até setembro e ritmo lento vira impasse antes de eleições legislativas norte-americanas

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

As importações de produtos agropecuários dos Estados Unidos pela China — com exceção da soja — atingiram 7,2 bilhões de dólares (cerca de 39 bilhões de reais) no acumulado de janeiro a setembro deste ano, registrando o menor montante para o período desde 2019, durante a primeira rodada da guerra comercial entre as duas potências.

O resultado põe à prova o pacto bilateral no qual o governo de Pequim havia se comprometido a adquirir ao menos 17 bilhões de dólares anuais em grãos, carnes e outras mercadorias agrícolas americanas além da oleaginosa. Embora os embarques de soja mantenham ritmo suficiente para cumprir a meta separada estabelecida para a cultura, outros segmentos, a exemplo de milho e sorgo, sofrem com a desaceleração do consumo interno chinês e a competição de fornecedores alternativos no mercado global.

A Casa Branca ainda não detalhou formalmente se a contagem do prazo anual teve início logo após a assinatura do memorando de entendimento em maio ou se dependerá da eliminação prévia de barreiras tarifárias propostas pelos chineses, procedimento ainda não concluído administrativamente.

A desaceleração das vendas amplia a insatisfação de produtores rurais norte-americanos, que também lidam com o encarecimento de insumos e combustíveis para o maquinário agrícola. O descompasso ganhou peso político central no interior do país às vésperas das eleições legislativas de meio de mandato ("midterms"), marcadas para esta terça-feira (3), nas quais candidatos oposicionistas tentam atrair bases agrícolas historicamente ligadas ao Partido Republicano do presidente Donald Trump.

Com informações de UOL e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.