Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Política

Comunidade muçulmana no Brasil divide votos entre Lula e Flávio Bolsonaro

Eleitores oscilam entre defesa da causa palestina e pautas conservadoras no segundo turno

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Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante entrevista ao SBT Brasil · Foto: Lula Oficial / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Eleitores da comunidade muçulmana no Brasil demonstram divisões entre apoiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou o senador Flávio Bolsonaro (PL) na definição do segundo turno da eleição presidencial de 2026.

O debate interno expõe o contraste entre prioridades de política externa e valores morais, já que a defesa diplomática histórica da causa palestina por setores progressistas atrai apoio a Lula, ao passo que a agenda de costumes e a rejeição ao petismo fortalecem a candidatura de Flávio entre os mais conservadores.

Na Mesquita Brasil, templo mais antigo do país localizado no bairro do Cambuci, em São Paulo, o sheik Mohamad Al Bukao tem orientado os frequentadores a não tomarem decisões eleitorais movidos pela ira. O líder religioso apoia-se em tradições do profeta Maomé para evitar palanques e recomendar escolhas orientadas pela consciência, pela justiça e pelo respeito aos valores humanos.

O tamanho exato dessa comunidade no território nacional apresenta divergência expressiva conforme a entidade de referência. O Censo de 2022 conduzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta pouco mais de 41 mil cidadãos muçulmanos no país, ao passo que a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras) calcula a população de seguidores do Islã em até 1,5 milhão de brasileiros.

Com informações de UOL, Folha e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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