Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Economia

Ibovespa e dólar tiveram alívio após resultados das eleições em 2018 e 2022

Histórico de disputas presidenciais recentes mostra valorização da bolsa e queda da moeda

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Jair Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro · Foto: Palácio do Planalto / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O comportamento histórico do mercado financeiro brasileiro após os pleitos presidenciais de 2018 e 2022 registrou valorização do principal índice acionário do país e queda na cotação do dólar nos primeiros pregões posteriores às apurações. Em ambos os processos eleitorais, o fim das incertezas sobre o comando do Executivo e a configuração das forças políticas no Congresso Nacional destravaram negócios na bolsa de valores.

Os dados servem como referência para investidores e analistas durante a corrida eleitoral de 2026, pois indicam como o encerramento do calendário de votações costuma atenuar a volatilidade cambial e redefinir o preço de ativos domésticos. Além do plano de governo do presidente eleito, a correlação de forças entre partidos aliados e de oposição no Legislativo exerce papel determinante sobre o humor dos mercados.

Em 31 de outubro de 2022, na primeira sessão seguinte ao segundo turno vencido por Luiz Inácio Lula da Silva contra Jair Bolsonaro, o Ibovespa — índice de referência do mercado acionário — avançou 1,31%, alcançando 116.037 pontos, enquanto a moeda americana recuou 2,54%, negociada a R$ 5,16. O dia começou com forte oscilação e perdas para ações de companhias estatais, como Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) e Banco do Brasil, mas encerrou com sinal positivo. Quatro semanas antes, logo após o primeiro turno de 2 de outubro, a bolsa havia disparado 5,54%, com recuo de mais de 4% no dólar, impulsionada pelo avanço expressivo de legendas conservadoras no parlamento.

Reação similar de alívio nos preços ocorreu em 2018, quando Jair Bolsonaro derrotou Fernando Haddad. Na ocasião, a expectativa do setor financeiro em torno de uma agenda de reformas estruturais e desestatizações sustentou ganhos nas cotações no pregão imediatamente posterior à confirmação das urnas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O mercado acompanha agora as definições do atual pleito para recalibrar projeções de juros, inflação e risco fiscal.

Com informações de Exame, Estadão e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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