Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
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Saúde

Conhecimento sobre Ozempic cresce no Brasil impulsionado por redes sociais

Levantamento do instituto Ipsos mostra alta de 17 pontos na busca pelas canetas e médicos alertam para riscos de efeitos colaterais

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Caneta de Ozempic
Embalagem e caneta aplicadora do medicamento Ozempic · Foto: Dennis Sylvester Hurd / Wikimedia Commons (CC0)

O percentual de brasileiros que conhecem medicamentos da classe GLP-1, como o Ozempic, subiu 17 pontos percentuais no intervalo de um ano e ultrapassou a média mundial, de acordo com levantamento da consultoria de pesquisas Ipsos divulgado nesta segunda-feira (19).

O avanço das canetas emagrecedoras se dá principalmente por meio de depoimentos de influenciadores em plataformas digitais, movimento que preocupa endocrinologistas diante do risco de pacientes abandonarem critérios de segurança médica e recorrerem ao comércio informal.

Especialistas ressaltam que a obesidade deve ser tratada como doença crônica multifatorial e que a autoaplicação dos fármacos pode provocar episódios de náuseas agudas, refluxo gastroesofágico, desidratação e o chamado efeito sanfona. Além disso, a perda súbita de peso sem acompanhamento nutricional provoca redução acentuada de massa muscular magra e flacidez dérmica acentuada.

O estudo da Ipsos identificou ainda uma mudança no perfil das preocupações populares no país: a preservação da saúde mental atingiu patamar inédito como prioridade para 58% dos entrevistados brasileiros, superando o receio de enfermidades estritamente físicas com uma elevação de seis pontos percentuais sobre o levantamento anterior.

Com informações de UOL e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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